SAULO MARTINS DIZ QUE ÚNICO SALÁRIO QUE DEVE SER CONGELADO É O DO POLÍTICO

22 de Maio de 2020

 

Sempre se posicionando sobre os problemas diversos que o Brasil vem passando e principalmente nas causas locais do município de Barreiras, Oeste da Bahia, Saulo Martins mais uma vez relata de forma ordeira e argumentativa o seu ponto de vista diante da situação caótica das políticas públicas em que nos encontramos nessa pandemia.

Dessa vez, Saulo se sente insatisfeito com a forma apresentada pelo governo federal das medidas emergentes e especificamente com o pacote de ajuda apresentado aos estados, tendo como contra partida o congelamento dos salários dos servidores públicos.

“É muito difícil acreditar que de fato, hoje no ano de 2020, depois de tanta luta feita em prol dos nossos direitos trabalhistas e vivenciando essa crise mundial que impactou a vida de absolutamente todos nós, possa se imaginar que existe uma proposta desfavorável aos servidores públicos e de encolhimento de direitos dos trabalhadores, paralelo ao grande orçamento disponibilizado de recurso público para financiamento de campanha política e de salários exorbitantes dos políticos brasileiros”.

Saulo ressalta que o Governo Federal tem grande chance nesse momento de se mostrar como exemplo e referência para todo o mundo no enfrentamento da atual crise, principalmente a partir da mudança de imagem do presidente da república que é o atual Chefe de Estado e tem se portado de forma contrária a todas as recomendações de prevenção ao contágio. Como cidadão ativo e consciente dos seus direitos e deveres, Saulo sugere que seja garantido o repasse justo para todos os servidores públicos e que a redução de gastos seja direcionada efetivamente nos salários dos políticos e de todos seus comissionados.

“Hoje parece que o atual governo federal acredita exatamente no formato que vem executando e que o que está sendo feito é o suficiente, sem se importar com os dados científicos apresentados todos os dias, com o aumento descontrolado do número de óbitos e de infectados, com menos da metade dos que se enquadram nos critérios estabelecidos, tendo acesso ao auxilio emergencial. Aqui no nosso município de Barreiras, por exemplo, me deparo a todo momento com membros da nossa classe artística e de eventos que até o presente momento não foram informados e nem orientados de qual maneira vão conseguir passar essa fase de extrema restrição, já que a maioria está impossibilitada de atuar por conta da proibição decretada pela gestão municipal de Barreiras”.

Dessa vez, Saulo se sente insatisfeito com a forma apresentada pelo governo federal das medidas emergentes e especificamente com o pacote de ajuda apresentado aos estados, tendo como contra partida o congelamento dos salários dos servidores públicos.

“É muito difícil acreditar que de fato, hoje no ano de 2020, depois de tanta luta feita em prol dos nossos direitos trabalhistas e vivenciando essa crise mundial que impactou a vida de absolutamente todos nós, possa se imaginar que existe uma proposta desfavorável aos servidores públicos e de encolhimento de direitos dos trabalhadores, paralelo ao grande orçamento disponibilizado de recurso público para financiamento de campanha política e de salários exorbitantes dos políticos brasileiros”.

Saulo ressalta que o Governo Federal tem grande chance nesse momento de se mostrar como exemplo e referência para todo o mundo no enfrentamento da atual crise, principalmente a partir da mudança de imagem do presidente da república que é o atual Chefe de Estado e tem se portado de forma contrária a todas as recomendações de prevenção ao contágio. Como cidadão ativo e consciente dos seus direitos e deveres, Saulo sugere que seja garantido o repasse justo para todos os servidores públicos e que a redução de gastos seja direcionada efetivamente nos salários dos políticos e de todos seus comissionados.

“Hoje parece que o atual governo federal acredita exatamente no formato que vem executando e que o que está sendo feito é o suficiente, sem se importar com os dados científicos apresentados todos os dias, com o aumento descontrolado do número de óbitos e de infectados, com menos da metade dos que se enquadram nos critérios estabelecidos, tendo acesso ao auxilio emergencial. Aqui no nosso município de Barreiras, por exemplo, me deparo a todo momento com membros da nossa classe artística e de eventos que até o presente momento não foram informados e nem orientados de qual maneira vão conseguir passar essa fase de extrema restrição, já que a maioria está impossibilitada de atuar por conta da proibição decretada pela gestão municipal de Barreiras”.

 

Ascom Saulo Martins

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