GOVERNO DE MICHEL TEMER FAZ VOLTAR AO MERCADO ANTIGOS PRODUTOS E VELHOS HÁBITOS

19 de dez de 2017

 

Com o botijão de gás subindo de preço quase toda semana, a solução será a volta do fogão de lenha. De acordo com informações, o fogão de lenha que não era usado desde 1960, voltou com força total. A vantagem é que o sabor da comida fica muito melhor e o povo terá muito mais qualidade de vida.

Máquina de datilografia. Já tem gente aposentando o computador, as antigas máquinas de datilografia são uma boa aposta para o museu de grandes novidades de Michel Temer. Quem se habilita a fundar uma escola de datilografia em Barreiras?

Máquina de costura a manivela. Indústrias de São Paulo, acompanhando tendências do mercado já estão fabricando máquinas que só eram vendidas no período da Segunda Guerra Mundial.

Outra proeza de Michel Temer: botar as mulheres e os homens para voltarem a passar roupa com ferro de brasa. Marqueteiros do governo dizem que o ferro de brasa apresenta algumas vantagens: acaba com o sedentarismo, pois as pessoas terão que suar a camisa para ir cortar lenha no mato e ainda acender o fogo até virar brasa. Depois terão que  colocar as brasas no ferro e ficar soprando para brasa não apagar. Com isso as calorias saem no suor, e o colesterol não sobe, e todo mundo fica saudável, charmoso e esbelto. As estatísticas apontam que no tempo do ferro de brasa, quase ninguém morria de coração no Brasil. Viu como Temer tá trazendo o progresso? O problema é que alguns não querem enxergar.  Ô povo ingrato!

No lugar da geladeira, vão voltar os potes e moringas. Milhares de pedidos dos produtos já foram feitos em Barra e em Nazaré das Farinhas. Dizem que, sabor igual a da cerveja gelada no pote, não tem igual. Não há geladeira que imite. O Temer é mesmo genial.

Rádio a pilha vai substituir à televisão. Com o preço da energia elétrica nas alturas, o povo vai desligar a televisão e voltar ao antigo hábito de ouvir o rádio a pilha. Já se especula inclusive que a TV Globo  estaria produzindo uma novela para o rádio, como era antigamente. A vantagem é que com o rádio o ouvinte fica mais criativo, pois ele é que tem que imaginar as cenas que estão sendo narradas, ao contrário da televisão em que você já vê tudo pronto e,  por consequência, o cérebro fica preguiçoso. Muita boa essa iniciativa Michel Temer. Pelo menos o povo vai ter que pensar mais, né não?

Famílias que não podem mais pagar a energia elétrica, aqueceram o mercado de candeeiro. Seu João, da mercearia da feira, disse que começou a vender tanto candeeiro que pensou que fosse moda. Só agora, quando viu a conta da luz, é que percebeu que se trata de necessidade. Para não ficar no escuro o povo volta ao período medieval. Preparem o querosene e as tiradas de algodão ou então vela de cera. Só tem um problema: Sem a televisão o que vai ter de menino nascendo não vai ser brincadeira. Não há reforma de previdência que dê jeito.

O jegue que andava mais abandonado que político sem mandato, voltou a ter valor no mercado. Todo mundo percebeu que vai precisar do bicho de novo, para buscar água no rio e pegar lenha no mato. Um internauta disse que tentou comprar um jegue e não encontrou mais nenhum. Esteve na fronteira com o Piauí, no Entroncamento de Santa Rita, na Catolândia, em Igarité, Zona Rural de Barra, no povoado de Jatobá em Juazeiro, no Campoerê, no Rio de Ondas e não conseguiu comprar um jegue. O preço do animal disparou no mercado. A volta do jegue é mais uma contribuição do governo Temer para colocar o Brasil na vanguarda do atraso.

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