VEREADOR DE BARREIRAS TEM WHATSAPP CLONADO E DENUNCIA O CASO NA DELEGACIA LOCAL

25 de ago de 2021

 

O vereador barreirense, Hipólito dos Passos de Deus teve seu whatsapp clonado por pessoa desconhecida e procurou a delegacia na tarde de segunda-feira (23) para denunciar o caso.  Ele não informou a técnica utilizada pelo golpista para burlar o sistema e roubar seu aplicativo.

Ressalta que o bandido está pedindo dinheiro emprestado aos contatos de sua lista telefônica, mas não tem conhecimento de alguém que tenha aceitado as propostas dele. Também informou que seu amigo, o vereador Alcione recebeu ligação do trapaceiro, que pedia dinheiro emprestado o valor de R$ 3.980,00 (três mil novecentos e oitenta reais), usando o seu nome. Contudo, não obteve êxito, porque já havia sido advertido sobre a clonagem de seu telefone. Alcione ainda fingiu que estava caindo no golpe, prometeu realizar o deposito solicitado, e assim conseguiu obter os seguintes dados fornecidos pelo golpista: e-mail de laurianepatriciarodrigues@gmail.com, o PIX CPF 088.782.051-41 e também o número 5502 0918 7108 3219 do cartão de crédito Golden, não conseguindo o nome do titular da conta.

 

Clonagem de whatsapp

O golpe do WhatsApp clonado vem sendo praticado por criminosos há pouco mais de dois anos. Simulando o contato de lojas ou de sites de anúncios, os golpistas tentam roubar a conta do mensageiro solicitando um “código de verificação” do WhatsApp, que é enviado via SMS para o usuário. Com esses dígitos em mãos, os criminosos ativam a conta em outro telefone e mandam mensagens para familiares e amigos da vítima, solicitando dinheiro ou resgate do WhatsApp roubado. Para proteger o mensageiro, a principal solução é ativar a autenticação de dois fatores no app.

No entanto, esse golpe evoluiu e agora os criminosos conseguem burlar a dupla autenticação do mensageiro. Como identificado pela Kaspersky, o primeiro passo dessa artimanha continua bastante parecido: os criminosos entram em contato com a vítima alegando ser do Ministério da Saúde e perguntam se podem realizar uma pesquisa sobre a Covid-19. Em seguida, eles solicitam que a vítima informe o código de verificação enviado para o celular, dizendo que o passo seria necessário para completar a falsa pesquisa. (Fonte: techtudo)

Alô Alô Salomão

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