LEM: A CHUVA DE GRANIZO E OS QUE TORCERAM PELA TRAGÉDIA E O SOFRIMENTO HUMANO

12 de out de 2020

 

A forte chuva de granizo que caiu em Luís Eduardo Magalhães neste sábado, revelou um lado assustador da política: a torcida, ao mesmo tempo cruel e imatura de alguns, para que ocorresse uma tragédia e desta forma pudessem tirar proveitos eleitorais do sofrimento humano. Foi lamentável, foi vergonhoso.

Sabe-se que fenômenos naturais são incontroláveis e possuem uma capacidade de destruição muito grande. Torcer para que eles aconteçam é no mínimo um  ato de imaturidade, para não dizer uma crueldade sem paralelos.

Chuva, ventania, tempestades, furacões ou algo similar não podem ser atribuídas a gestores mesmo em tempos de disputa eleitoral, onde o vale tudo impera acima da ética e da moralidade. Quando ocorreu o início da Pandemia foi a mesma coisa. Muitos apostaram no pior e, no entanto, mesmo tendo perdas de vidas humanas, como aconteceu em quase todos os lugares do mundo, a situação em LEM foi enfrentada com coragem e o desafio a cada dia vai sendo superado com uma boa estratégia de saúde pública.

Assim foi também neste sábado de chuva de granizo, quando centenas de casas foram destelhadas e muitas famílias ficaram desabrigadas. A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães imediatamente colocou à disposição da população um aparato com todos os secretários trabalhando sem descanso, proporcionando a retaguarda necessária para tentar minimizar os efeitos do temporal.

Isso era o que tinha que ser feito e foi com agilidade e presteza.

Quanto aos que torceram pela tragédia e os que quiseram tirar vantagem eleitoral do sofrimento humano, estes mostraram apenas pequenez de alma, revelaram desespero e despreparo para o exercício das funções públicas.

Envelheceram rápido, com o agravante de nunca terem sido novos.

 

 

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