JOVEM DE 23 ANOS É PRESA AO SEQUESTRAR CRIANÇA DE 7 ANOS EM VALPARAÍSO

20 de nov de 2018

A suspeita havia saído para passear com a vítima, mas não a deixou

com a mãe, conforme combinado. A acusada passou a apresentar

a criança como filha dela

 


A jovem, de 23 anos, foi presa em flagrante por sequestro e cárcere privado
(foto: Divulgação/Polícia Civil)
Uma jovem de 23 anos foi presa acusada de sequestrar uma menina de 7 anos, em Valparaíso (GO). A suspeita disse para a mãe da criança que passearia com a vítima, mas não a levou de volta para casa, na sexta-feira (16/11). A acusada seria garota de programa e, no sábado (17/11), teria deixado a menina com uma catadora de latinhas para que pudesse trabalhar. A criança foi resgatada no mesmo dia.
Segundo depoimento da mãe à polícia, a suspeita mora com um vizinho da família há cerca de 10 dias. Na sexta-feira (16), pediu para passear com a menina. A irmã mais velha da vítima, de 22 anos, as acompanhou. Elas foram para a casa de familiares da acusada, em Santa Maria.
No local, a suspeita começou a apresentar a menina como se fosse filha dela e ainda lhe deu outro nome. A irmã da vítima estranhou o comportamento, mas não a questionou. Ao voltarem para Valparaíso, a mulher disse para que a jovem fosse para casa, que, em seguida, levaria a criança. Entretanto, a acusada não apareceu.
Por causa da demora, a família da menina foi até a residência da suspeita. No local, encontraram um bilhete para o marido dela, o qual dizia que ela havia levado a criança, mas não deixou um endereço. Com o sumiço, a mãe procurou a Delegacia de Céu Azul, onde registrou ocorrência.
Na unidade policial, a mãe da vítima descobriu que a suspeita é garota de programa e que cumpriu pena no presídio de Catalão (GO) por tentativa de homicídio. Com as informações da acusada, agentes começaram a procurá-la. Os policiais descobriram, então, que a jovem havia deixado a menina com uma catadora de latinhas, por volta das 13h de sábado (17), oferecendo R$ 20 para que cuidasse da vítima. Ela alegou que ia fazer “o corre” — que seria se prostituir.
Os agentes conseguiram chegar até a acusada, que levou os agentes até a casa da catadora de latinhas. A criança foi resgatada e devolvida para a família. A suspeita foi presa em flagrante por sequestro e cárcere privado. Como não havia provas quanto ao envolvimento da catadora, ela não foi autuada.
MURAL DO OESTE /  Com Correio Braziliense
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