PRESIDENTE DA AL-BA ARQUIVA CPI´S SOBRE RECONSTRUÇÃO DA FONTE NOVA E OBRAS NA ORLA DA BARRA

10 de abr de 2018

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Angelo Coronel, anunciou que vai arquivar o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as obras na orla da Barra. Em pronunciamento feito durante a tarde desta terça-feira (10), ele afirmou que a decisão foi tomada pela Procuradoria da Casa, que chegou à conclusão que que a AL-BA não tem competência para investigar o caso. O requerimento da CPI foi protocolado no último dia 5 de março pela bancada do governo na AL-BA. Coronel criticou o documento, apontando que ele se baseia unicamente em matérias jornalísticas. “Não tem recursos do estado para alocar a CPI. Não tem nenhum fato determinando nem nenhuma comprovação do que foi requerido”, declarou. “Tive cuidado de ouvir a equipe técnica, porque não sou jurista e não queria favorecer nenhum grupo político em época de eleição”, acrescentou.

Coronel, anunciou que também vai arquivar o pedido de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as obras de reconstrução da Fonte Nova. Ele afirmou durante pronunciamento na tarde desta terça-feira (10) que a recomendação pelo indeferimento do caso foi dada pelos procuradores que trabalham na Casa. Segundo Coronel, a AL-BA não pode trabalhar em cima de possíveis irregularidades. “A CPI protocolou requerimento sem nenhuma prova, nenhum dado”, criticou. O requerimento pela CPI foi feito pela bancada de oposição na AL-BA. Coronel também anunciou no pronunciamento desta tarde que decidiu pelo arquivamento do pedido de abertura de CPI para apurar as obras da orla da Barra, protocolado pela bancada do governo. Coronel reforçou que o indeferimento dos pedidos teve motivação estritamente jurídica e criticou as duas bancadas por travar um jogo político com base em denuncismo. “As duas bancadas erraram em uma coisa: não apresentaram nenhum fato concreto”, reclamou o presidente da AL-BA. “Os requerimentos foram baseados no ouviu-se dizer, ouviu-se falar”, disse.

 

Via: Bahia Notícias

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