DESFILE DE 7 DE SETEMBRO HOMENAGEIA A MÚSICA, A HISTÓRIA E A CULTURA DE BOM JESUS DA LAPA

08 de set de 2018

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Filarmônica Euterpe Lapense/Foto: José Hélio

No início da manhã desta quinta-feira (7), seguindo a tradição, milhares de lapenses foram até a Avenida Duque de Caxias para acompanhar o desfile cívico da Independência. Organizado pelo Prefeitura Municipal, o desfile abordou o seguinte tema: “Música, Riqueza cultural e diversidade 100 anos da Filarmônica Euterpe Lapense”.

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Representações do município assistindo o desfile/Foto: José Hélio

O evento contou com a participação de diversas secretarias municipais e de entidades militares, além de organizações da sociedade civil e escolas do município. O prefeito Eures Ribeiro, secretários, vereadores e outras autoridades políticas  prestigiaram o desfile juntamente com a população em geral.

Seguindo a temática central, as apresentações do desfile prestaram uma homenagem a riqueza cultural e a diversidade de Bom Jesus da Lapa, destacando os 100 anos de história da Filarmônica Euterpe Lapense. Aspectos da história e cultural local puderam ser vistos ao longo do trajeto do desfile,  que saiu da  Maçonaria, rua Santa Luzia.

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Professora Solange Bernadete , presidente da filarmônica Euterpe Lapense e Professor Geraldo Bastos/Foto: José Hélio

A Filarmônica Euterpe Lapense surgiu em Bom Jesus da Lapa  no ano de  1918, passando a representar ao longo dos anos um dos  seus  maiores bens  culturais.  Que  nasceu  num terreno  fértil de  coros  sacros  e  formações  musicais,  sob as  bençãos do  Bom  Jesus,  apadrinhada por pessoas da  sociedade, amantes da boa música, homens  de  bem  que se  revezaram  ao longo  de  um  século,  como  pilares. Nos  diversos contextos em que  esteve inserida, viu o país  passar  pela república, pela  ditadura  e   a  seguir rumo  a  democracia,  atravessando  a  história.

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Maestro da filarmônica Euterpe Lapense, Gilberto Júnior/Foto: José Hélio

Hoje, 100 anos  depois  é  símbolo  de  resistência,  sobrevivendo na  região  ribeirinha do  velho  chico,  a  dilapidação  do  Patrimônio histórico  cultural.

Dividindo  espaço  com a diversidade cultural  existente, foi  construindo  um  patrimônio expressivo, revelado nos  instrumentos, partituras e  composições. Das  missas,  novenas , procissões,  folias de  reis, Festa  do Divino à  eventos culturais, tem  sido presença  constante nas manifestações tradicionais da  chamada Capital Baiana da Fé.

 

Via: Notícias da Lapa

 

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